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PRF prende quatro homens suspeitos de contrabandear hidroxicloroquina, em Uruaçu

Quatro homens foram presos na quarta-feira (27) em Uruaçu, no norte de Goiás, suspeitos de contrabandear 3,6 mil comprimidos do remédio hidroxicloroquina. As cápsulas estavam escondidas dentro de caixas de equipamentos de som transportadas em uma caminhonete.

O medicamento foi liberado pelo Ministério da Saúde para tratamento de pacientes com coronavírus, até mesmo em casos leves. Pesquisas feitas em várias partes do mundo apontaram, entretanto, que não há eficácia comprovada.

A Polícia Rodoviária Federal encontrou o carregamento de remédio durante uma abordagem de rotina na BR-153. “Os quatro ocupantes disseram que montam estruturas para eventos e que estavam voltando de um show. Os policiais desconfiaram da versão, pois os eventos estão suspensos durante o período de pandemia”, disse o assessor de imprensa da PRF, Newton Morais.

Ao fazerem uma busca no veículo, encontraram as caixas dos remédios escondidos dentro dos equipamentos de show. Os ocupantes disseram que estavam levando os medicamentos para um hospital de campanha no Maranhão. A Secretaria de Saúde do Maranhão se manifestou sobre o assunto (leia abaixo).

A suspeita da PRF é que os medicamentos foram comprados no Paraguai. Os quatro homens foram levados para a delegacia de Uruaçu. Já os comprimidos foram encaminhados para a Vigilância Sanitária.

PRF apreende hidroxicloroquina contrabandeada, em Uruaçu — Foto: PRF/Divulgação

PRF apreende hidroxicloroquina contrabandeada, em Uruaçu — Foto: PRF/Divulgação

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) sublinha que o processo de aquisição do medicamento para as unidades da rede estadual obedece ao rigor da lei. Destaca, também, que o laboratório farmacêutico responsável pelo fornecimento do medicamento realiza a entrega por meio de transporte aéreo.

A Secretaria espera que as acusações sejam devidamente investigadas pelas autoridades policiais e reforça que está à disposição, caso venha a ser acionada, para prestar os devidos esclarecimentos.

Por fim, em sendo comprovada a origem ilícita dos medicamentos tendo por destino qualquer unidade de saúde pública ou privada do Maranhão, a SES pontua que a Vigilância Sanitária deve ser acionada.

G1 MA

Redação Jornal Maranhão Agora

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